Lutadores brigam no cage após interrupção de árbitro

Com cena inesperada, a luta em Aires e Alicate é paralisada para atendimento medico e lutadores iniciam uma briga no cage

O destaque do Imortal FC 9 no sábado (02) era a volta de Walter Zuluzinho após oito anos fora do cage, mas a luta Walter “Aires” Neto e João “Alicate” Elias ‘roubou a cena’ do evento. No duelo do peso mosca (até 56kg), após interrupção do árbitro, os lutadores iniciaram uma briga. Os lutadores foram desclassificados e o embate terminou em “no contest”.

A luta estava aos 3m19s do R1, Walter Neto tentava aplicar uma chave de perna em João Elias quando o árbitro interrompeu a luta para que “Alicate” foi avaliado pelos médicos devido a um corte no rosto. Com a saída do juiz, João aparentemente, provocou seu adversário e lançou um cruzado de esquerda. Em resposta, Walter acertou alguns socos em Elias. O árbitro tentou separar os lutadores, outras pessoas entraram no cage e interviram confusão entre os atletas.

Vídeo: Walter “Aires” Neto x João “Alicate” Elias

Retorno de Zuluzinho
Depois de quase oito anos Wagner “Zuluzinho” Martins voltou ao cage para enfrentar Edvaldo “Gameth” em sua cidade natal, São Luís, no Maranhão. O retorno do lutador ex-Pride gerou muita expectativa que terminou já no primeiro round quando Zuluzinho não pôde mais voltar à luta. O veterano necessitou de ajuda médica com as pernas bastante inchadas.

Com 160kg, Zuluzinho encarou Gameth (98kg) em luta de peso aberto. Edvaldo iniciou o embate atacando o oponente em seu ponto franco, com chute nas pernas. Wagner tinha problemas para se mover e utilizava meias de compressão nas pernas

Gameth conseguiu derrubar Zuluzinho e cair por cima, assim desferiu alguns socos. No intervalo, Wagner não tinha mais condições de lutar

Vídeo: Wagner “Zuluzinho” Martins x Edvaldo “Gameth”

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Poluição luminosa de grandes cidades faz estrelas ‘desaparecerem’ do céu e pesquisas minguarem

Modelo equivocado de iluminação atrapalha observação dos astros por laboratórios e observatórios brasileiros.

Quem olhasse para o céu na noite de 25 de janeiro de 1554, data da missa dos jesuítas José de Anchieta e Manoel da Nóbrega pela fundação da cidade de São Paulo, poderia avistar mais de 4 mil estrelas – caso não houvesse nuvens nem lua.

Hoje, não veria mais do que uma dúzia. A culpada pelo “desaparecimento” dos astros é a iluminação artificial da metrópole, com seus milhões de lâmpadas nas ruas, residências e lojas, além dos faróis de carros. A chamada poluição luminosa não apenas reduziu a beleza do céu noturno, como também causa problemas práticos. Ela prejudica as observações astronômicos e, consequentemente, a realização de pesquisas científicas que ampliam o conhecimento sobre o universo.

Segundo uma cartilha elaborada pelo Laboratório Nacional de Astronomia (LNA), localizado em Itajubá, em Minas Gerais, há três categorias de poluição luminosa. A primeira é o brilho do céu (sky glow), que é aquele aspecto alaranjado, causado pelas luzes, principalmente de lâmpadas de vapor de sódio, indevidamente direcionadas para o alto e para os lados. É pior em áreas com alta concentração de poluentes atmosféricos.

A segunda é o ofuscamento (glare), luz excessiva e direta nos olhos, causando cegueira momentânea. Um exemplo é o carro que trafega com faróis altos na direção contrária a de outro veículo. Por fim, a terceira categoria de poluição luminosa é a chamada luz intrusa (trespass), que é a iluminação de um ambiente que invade o domínio de outro, como, por exemplo, aquela que vem da rua e não permite que o quarto fique totalmente escuro durante a noite.

Embora os problemas que a poluição luminosa causa às observações astronômica tenham se intensificado nos últimos anos, eles não são de hoje. Segundo o pesquisador Vladímir Jearim Peña Suárez, do Projeto Olhai pro Céu Carioca, do Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST), unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, quando o campus do Observatório Nacional do Rio de Janeiro foi transferido para o Morro de São Januário, em São Cristóvão, em 1922, a região era considerada suburbana, com uma densidade de população pequena e isolada.

Com o passar dos anos, o conjunto de lunetas da instituição foi ficando limitado tecnologicamente, prejudicado de forma crescente pelo crescimento da população, com o consequente o aumento da iluminação externa artificial. “Isso fez com que o interesse de usar estes instrumentos profissionalmente fosse diminuindo”, conta Suárez. “As últimas observações profissionais com a luneta de 46 centímetros, a maior do Brasil, datam de 1977.”

O diretor do LNA, Bruno Vaz Castilho de Souza, lembra que algo semelhante aconteceu com o Observatório de Valongo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), localizado no centro do Rio. “Ele já perdeu sua capacidade de fazer pesquisa há muitas décadas”, lamenta. “Mas o problema se agravou mais nos últimos 15 anos, com o barateamento dos sistemas de iluminação e a política de eletrificação rural, que afeta agora os observatórios de montanha, mesmo longe dos grandes centros. É importante notar que o problema não é iluminar, é iluminar incorretamente.”

Um exemplo mais recente vem do Observatório Astronômico do Sertão de Itaparica (OASI), que começou a operar em março de 2011, no município de Itacuruba, no sertão pernambucano. A escolha do local para instalação do telescópio, o segundo maior do Brasil, com espelho principal de 1,0 metro de diâmetro, obedeceu a critérios técnicos e logísticos. “Ainda que não seja pródigo em montanhas, o semiárido brasileiro tem baixo índice pluviométrico, com noites abertas e secas”, diz Teresinha Rodrigues, da Coordenação de Astronomia e Astrofísica, do Observatório Nacional.

Outra característica da região é que as cidades ainda são pequenas e afastadas umas das outras, contribuindo pouco para a poluição luminosa. “Apesar disso, a iluminação urbana recentemente instalada na cidade de Rodelas (BA), próximo a Itacuruba, tornou-se altamente invasiva, com um fulgor amarelo que se destaca na noite da Caatinga num raio de dezenas de quilômetros”, conta Rodrigues. “No que diz respeito à interferência nas observações astronômicas, já podemos considerar que 15% do céu da região, na direção Sudoeste, estão perdidos para o trabalho de pesquisa.”

A principal instituição de observação astronômica do Brasil também está às voltas com a poluição luminosa. O Observatório do Pico dos Dias (OPD), instalado em 1980, a 1.864 metros de altitude, entre as cidades mineiras de Brazópolis e Piranguçu, possui quatro telescópios, inclusive o maior no Brasil, com um espelho de 1,6 metros de diâmetro. Dois telescópios com espelhos de 0.6 m e um de 0.4 m completam o conjunto.

Segundo Souza, o OPD contribuiu decisivamente para o crescimento da astronomia brasileira, tendo aberto caminho para a participação nacional em projetos internacionais de grande porte, como os telescópios Gemini e SOAR. “O OPD tem também papel fundamental na formação de novos profissionais para a astronomia”, acrescenta.

Economia na conta de luz

Tudo isso está em risco, no entanto. A vida útil do OPD como laboratório científico está sendo comprometida pelo aumento descontrolado da iluminação artificial nos seus arredores. “Considerando o número de habitantes e a distância em linha reta ao observatório, as cinco cidades que mais o afetam são Brazópolis, Itajubá, Piranguçu, Campos do Jordão e Piranguinho”, informa Souza. “É preciso conscientizar a população e os governos municipais para a existência do problema e promover ações concretas visando impedir o avanço da poluição luminosa e, até mesmo, revertê-la.”

Há várias iniciativas nesse sentido, tanto no Brasil como no exterior. “Os projetos em outros países com tradição astronômica estão bem mais avançadas”, diz Souza. “Não faltam exemplos de casos bem-sucedidos, como nas cidades de La Serena e Monte Pátria, no norte do Chile, e a ilha de La Palma, nas Ilhas Canárias (Espanha), que reduziram drasticamente a poluição luminosa e agora economizam na conta de luz.”

De acordo ele, isso pode ser conseguido com cuidados simples. Os sistemas de iluminação devem ser corretamente orientados, de modo a evitar que a luz artificial seja desviada na direção do céu. Nas ruas, estacionamentos e empresas o vidro refrator das lâmpadas deve ser plano, para que a luz seja dispersada para baixo.

Em praças, áreas de lazer, jardins e parte externa de residências deve-se evitar luminárias esféricas (globos), muito comuns no Brasil. “A regra de ouro é iluminar apenas o que for preciso e durante o tempo que for necessário”, ensina Souza.

Além das iniciativas de observatórios e cidades, há também campanhas como a Semana Internacional dos Céus Escuros 2018 (International Dark Sky Week, IDSW2018), e associações, como a The International Dark-Sky Association (Associação Internacional do Céu Escuro), que se dedicam ao tema.

“Em 2007, cientistas e formuladores de políticas de cerca de 50 países se reuniram em La Palma para a primeira Conferência Internacional em Defesa da Qualidade do Céu Noturno, produzindo uma declaração sobre ‘proteger o céu como um direito básico para toda a humanidade'”, conta.

Souza diz que no Brasil ainda há poucas iniciativas concretas, mas com o crescimento das cidades do interior próximas aos observatórios, como o Pico dos Dias (Brazópolis e Piranguçu) e o Observatório Municipal Jean Nicolini (Campinas), as ações são mais que nunca necessárias. “O Observatório de Campinas tem trabalhado junto à prefeitura para criar uma legislação municipal”, informa.

O LNA, além de fazer campanhas com o público da região e produzir material informativo, tem feito esforços junto às prefeituras locais para a troca da iluminação incorreta. “Itajubá, por exemplo, está trabalhando para a criação de Parceria Público-Privada (PPP) para fazer isso e Brazópolis e o LNA pretendem submeter projeto para o mesmo fim em breve”, informa Souza.

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Dispositivo de camuflagem torna objetos indetectáveis para alguns radares

A pesquisadora Amanda D. Hanford, da Universidade do Estado da Pensilvânia, deu os primeiros passos para fazer capas acústicas capazes de camuflar objetos. Segundo relatório escrito pelos pesquisadores, Hanford e sua equipe começaram a projetar um metamaterial que pode permitir que as ondas sonoras se curvem ao redor do objeto como se ele não estivesse lá. Os metamateriais comumente exibem propriedades extraordinárias não encontradas na natureza, como a densidade negativa. Para funcionar, a célula unitária – o menor componente do metamaterial – deve ser menor que o comprimento de onda acústico do estudo.

“Esses materiais parecem um conceito totalmente abstrato, mas a matemática está nos mostrando que essas propriedades são possíveis. Então, estamos trabalhando para abrir as comportas para ver o que podemos criar”, disse a pesquisadora.

Os testes realizados mostraram que as ondas sonoras não refletiam ou contornavam o material, isso significa que os objetos ficariam invisíveis ao sonar. Até hoje, a maioria dos metamateriais acústicos havia sido projetada para desviar as ondas sonoras no ar. Hanford decidiu levar este trabalho um passo adiante e aceitar o desafio científico de tentar o mesmo feito debaixo d’água.

Estes resultados mostram potencial para contribuir para aplicações do mundo real, como materiais acústicos para amortecer o som e parecer invisível debaixo d’água. Todavia, essa tecnologia ainda está em seus estágios iniciais e o material não torna os objetos invisíveis, mas apenas muito difíceis de detectar em situações subaquáticas.

Pode ser que num futuro próximo os capitães de navios gritem à tripulação: “ativar o dispositivo de camuflagem”, como quem brinca de esconde-esconde com gofinhos de caráter duvidoso.

O que dizem os cientistas que analisaram restos de Hitler sobre morte do ditador nazista

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Equipe francesa de especialistas forenses teve acesso a restos de arcada dentária coletada por soldados russos em bunker de líder alemão em Berlim em 1945.

A história oficial era de que o ditador nazista Adolf Hitler teria se suicidado em seu bunker em Berlim, em 1945.

Mas ela não impediu o surgimento de teorias da conspiração: para alguns, ele escapou em um submarino para a América do Sul. Para outros, ele fugiu para a Antártida ou até para o lado oculto da lua.

Agora, entretanto, há uma forte evidência científica para a história oficial.

Uma equipe forense da França teve acesso ao que chamou de relíquias guardadas pelo serviço de inteligência russo por mais de sete décadas e diz ter chegado a uma conclusão histórica “inquestionável”.

Em um estudo divulgado na publicação European Journal of Internal Medicine, os patologistas apresentaram o resultado da análise de um conjunto de dentes guardados em Moscou desde o fim da 2ª Guerra Mundial.

Os cientistas compararam as amostras com descrições que tinham dos dentes de Hitler e chegaram à conclusão de que elas batiam.

Os especialistas usaram dados do dentista pessoal de Hitler, Hugo Blaschke, e sua assistente, Kathe Heusermann, que diziam que, quando o “Fuehrer” morreu, aos 56 anos, tinham apenas alguns dentes.

Também destacaram que as análises mostraram que as amostras dos dentes não tinham vestígios de carne, o que é coerente com o fato de Hitler ter sido vegetariano.

De acordo como o serviço público alemão de notícias Deutsche Welle, os dentes também seriam facilmente identificados devido às “próteses e pontes notáveis e incomuns” que Hitler era conhecido por usar.

“Os dentes são autênticos, não há dúvida, nosso estudo mostra que Hitler morreu em 1945”, disse o patologista Philippe Charlier, principal investigador do estudo, à AFP.

De acordo com a versão histórica mais difundida, o líder nazista tirou a própria vida com sua mulher, Eva Braun, e seus cães em um bunker. Mais tarde, seus cadáveres teriam sido incinerados por soldados fiéis.

Os serviços soviéticos de inteligência, que tomaram o bunker, alegaram por anos ter guardado os poucos restos do líder nazista. Mas essa versão levantou dúvidas por conta da má reputação da KGB (serviço de espionagem soviético) e porque nenhum outro perito internacional teve acesso a esses restos mortais.

Segundo a equipe francesa, Hitler realmente morreu no bunker e foi queimado, como alegaram um grande número de historiadores.

CONHEÇA OS LUGARES QUE VOCÊ NÃO DEVERIA VISITAR – OLHANDO DA JANELA DO TREM

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ÁREAS PROIBIDAS PARA VOCÊ TURISTAR
Seja bem-vindo aos lugares mais bonitos e intocados da Terra. Infelizmente, você não pode visitá-los – a maioria deles está dentro de áreas proibidas e não recomendadas pelo governo dos Estados Unidos e da Inglaterra. Alguns desses locais não são inteiramente fechados, mas a viagem até lá é perigosa. Para garantir sua segurança e matar a curiosidade, selecionamos as melhores fotos de cada um deles (© Richard Bradford/Shutterstock)

01 – AFEGANISTÃO
Todo o turbulento país é classificado como não-seguro para visitação pelos Estados Unidos, sendo que várias de suas regiões estão dentro da zona vermelha do Ministério das Relações Exteriores da Inglaterra (FCO), incluindo o estonteante Corredor de Wakhan. Compreendendo uma área do nordeste do Afeganistão até o Tajiquistão, Paquistão e China, esse é um dos cantos mais remotos do mundo. As caminhadas por aqui não são fáceis, mas os mais audaciosos verão paisagens de tirar o fôlego no Indocuche e em Pamir.

Os Budas de Bamiyan se enquadram na zona laranja da FCO. Anteriormente um centro importante para o budismo, é nesse vale que ficavam os gigantes Budas do século 6 até serem destruídos pelo Talibã. As estátuas se foram, mas os entornos de onde ficaram ainda estão lá, com várias cavernas e afrescos prontos para serem explorados.

Ao oeste estão algumas das maravilhas naturais mais deslumbrantes do país, os lagos Band-e-Amir. No alto das montanhas hindus de Kush, essa série de lagos resplandece como joias em meio à paisagem desértica e estéril com suas águas surpreendentemente azuladas. Eles foram nomeados como o primeiro parque nacional do Afeganistã.

02 – PAQUISTÃO
Uma das rotas de comércio e localidade militar mais importantes do planeta, o Passo Khyber conecta a Ásia Central com o Sul da Ásia. O local tem uma história e tanto (Alexandre, o Grande, passou por ali) e uma beleza inóspita. Infelizmente, o estreito passo que vai do Afeganistão até Peshawar está fora dos limites para turistas, bem como toda a região parquistanesa de Khyber e Pakhtunkhwa.

O governo norte-americano alerta seus cidadãos para evitar qualquer tipo de viagem que não seja essencial em todo o Paquistão, enquanto a Inglaterra classifica algumas regiões do país como proibidas, incluindo o estonteante vale Swat. Conhecido como a Suíça do oriente por conta de suas paisagens semelhantes aos alpes, o lugar era um destino popular antes se se tornar uma fortaleza para o Talibã em 2007. A milícia já deixou o local, que permanece na zona vermelha da FCO.

03 – CHADE
Remoto e pouco visitado, esse país atribulado por guerras na África Central é muito perigoso para ser um destino de viagem, o que significa que explorar seus lindos desertos e descobrir a diversa natureza local está fora de cogitação. Os Estados Unidos também emitiram alertas de viagens para o Chade devido a “tensões constantes e atividade terrorista em potencial”.

O Planalto de Ennedi, no sudeste do deserto do Saara, é um dos lugares mais memoráveis do Chade, no qual formações de pedras enormes se ergueram da areia. Arcos naturais, pináculos, falésias, desfiladeiros e vastas dunas caracterizaram essa paisagem. A região também tem várias pinturas rupestres e é a terra natal dos nômades Tubu.

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Com Daniel Craig! 25º filme do 007 ganha data para estreia nos cinemas

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Desde o milênio passado o público apela para filmes do famoso 007 como forma de entretenimento. Essa é uma das maiores franquias dos cinemas, sendo que já foram lançados 24 filmes sobre o famoso agente britânico. Agora, eis que foi confirmado que o 25º filme de James Bond deve estrear nos cinemas no final do ano que vem, com produção começando em breve.

De acordo com o que foi revelado, a previsão é que esse próximo título já comece a ser filmado no final desse ano, em 3 de dezembro de 2018. Já a estreia do filme só deve acontecer quase um ano depois, em 25 de outubro de 2019. Pelo menos é isso que esperam os produtores do filme, sendo que a estreia acontecerá no Reino Unido.

” We’ve been expecting you… #Bond25, Daniel Craig’s 5th outing as 007, will be directed by Academy Award-winning Danny Boyle from an original screenplay by John Hodge. Production is set to begin on 3 Dec 2018. MGM will partner with Universal Pictures to release the film worldwide pic.twitter.com/h8fVhyYhyY ” — James Bond (@007) 25 de maio de 2018

Também foram confirmadas algumas informações sobre o elenco do próximo filme do 007. No caso, o diretor será Danny Boyle, que já participou de filmes como Trainspotting e Quem Quer Ser um Milionário? Junto com ele, participará do filme o escritor John Hodge, que já trabalhou com Boyle no passado.

Além dele, Daniel Craig está mais do que confirmado como ator principal, dando vida ao personagem James Bond. Esse será seu quinto filme como 007, sendo que ele já é um dos atores preferidos do público quando o assunto é interpretar o agente secreto mais famoso dos cinemas.

Foi confirmado que o filme se chamará Bond 25, porém não sabemos quem será o vilão principal e nem outros atores que irão contracenar com Craig. Tudo isso só deve ser divulgado dentro dos próximos meses e do próximo ano, quando a produção do filme for finalmente iniciada. Enquanto isso, tudo o que resta é esperar por mais informações.

ESPECIAL: A carreira e o legado de Danica Patrick

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Piloto que encerra a carreira nas pistas no próximo domingo demonstrou desde o início, dentro e fora das pistas, que poderá ser a maior inspiradora para futuras gerações

No próximo domingo, assim que conhecermos o vencedor da 102ª edição das 500 Milhas de Indianápolis, chegará ao fim a carreira de uma das pilotos mais importantes das duas últimas décadas: Danica Patrick. Nascida em Roscoe, Illinois, ela passou por categorias de monopostos na Inglaterra, até começar a traçar o caminho para a Indy, em 2003 e 2004, na Fórmula Atlantic, conseguindo terminar na terceira posição em seu último ano.

De 2005 a 2011, ela foi sempre uma das mais procuradas pelos fotógrafos e cinegrafistas que cobriam a Indy, pelo fato de ser uma das mulheres do grid, o que não é uma novidade no esporte nos Estados Unidos, mas também porque, ao contrário do que se previa, ela conseguiu bons resultados logo de cara, com poles no Kansas, Kentucky e Chicago, logo no ano de novata.

A escalada continuou com três pódios em 2007 pela Andretti Green, dois terceiros lugares, Texas e Nashville, e uma segunda colocação em Detroit.

O seu maior feito aconteceu no ano seguinte, quando a Indy foi a Motegi, no Japão. A prova – que estava prevista para acontecer no dia 19 de abril, mas foi adiada para o dia 20 por causa da chuva era a última corrida da IRL, já que a série havia voltado a se juntar com a Champ Car e voltaria a se chamar Indy no ano seguinte. Na época, com 26 anos, Danica aproveitou a estratégia de combustível e superou Helio Castroneves, faltando apenas três voltas para o fim.

Danica ainda conseguiu um terceiro lugar na Indy 500 de 2009 e dois segundos lugares no ano seguinte, no Texas e em Homestead-Miami. Em 2010 ela chegou a liderar em Indianápolis, feito que já havia conseguido também em seu primeiro ano na categoria, em 2005.

Mas 2010 foi marcado pela mudança de categoria, que a acompanharia até o início de 2018. Pela NASCAR Xfinity Series, ela fez 13, de 35 provas, experimentando um carro completamente diferente do que já tinha corrido. Em 2011, veio seu melhor resultado na categoria, um quarto lugar em Las Vegas e mais três top-10.

Contrariando o que a piloto Carmen Jordá disse em março, alegando que pilotos do sexo feminino não têm condições de conseguir bons resultados por conta da exigência física, Danica Patrick estreou na principal divisão da NASCAR em 2012, fazendo 10 de 36 provas, enquanto fazia a temporada completa da Xfinity.

Patrick entrou para valer na Cup em 2013 e já conseguindo a pole position das 500 Milhas de Daytona e finalizando a maior corrida da categoria no oitavo posto.

Pela Cup foram 191 provas, recorde para uma mulher, com sete top-10. Danica superou – e muito – a marca de Janet Guthrie que correu 33 provas e também é a piloto que mais vezes chegou entre os dez primeiros, derrotando a própria Guthrie, que conseguiu cinco. Danica segue sendo a única mulher a conseguir uma pole na NASCAR em toda a história, que teve mulheres competindo desde a primeira temporada, em 1949.

Com dificuldades de bons resultados e de patrocínio, o ano de 2017 foi o último de Patrick dentro da NASCAR, com a decisão da piloto em abandonar a carreira em 2018, fazendo apenas as 500 Milhas de Daytona, em fevereiro, e as 500 Milhas de Indianápolis.

Fora das pistas
Mesmo Indy e NASCAR tendo em suas histórias a presença constante de mulheres, Danica sempre chamou a atenção dos fãs e da imprensa. De 2005 a 2010 ela venceu o prêmio piloto mais popular da Indy, conseguindo o mesmo em 2012 pela Xfinity Series. Na NASCAR, apesar do domínio de Dale Earnhardt Jr. como piloto mais popular da categoria principal por 15 anos, Danica rivalizava com Junior no número de fãs nas redes sociais.

Patrick também sempre foi adepta e promoveu o estilo de vida consciente, lançando em 2018 o livro “Pretty Intense: The 90‑Day Mind, Body and Food Plan That Will Absolutely Change Your Life”, em companhia com Stephen Perrine. Além disso, uma pequena passada nas redes sociais da piloto mostra sempre postagens referentes a exercícios físicos e alimentação saudável.

Ao mesmo tempo, Danica também tem uma marca de vinhos, a Somnium, que é produzido em Santa Helena, na Califórnia, região onde estão os melhores vinhos produzidos pelo país.

Sendo uma ícone que transcendeu o esporte, a vida amorosa de Danica também sempre rendeu espaço na mídia. De 2005 a 2012 ela foi casada com Paul Edward Hospenthal, fisioterapeuta que a piloto conheceu no consultório do especialista para curar uma lesão adquirida na ioga.

Em seguida, coincidindo com sua passagem pela NASCAR, Danica namorou o piloto Ricky Stenhouse Jr., seis anos mais novo que ela. Em fevereiro de 2018 ela assumiu o namoro com o quarterback do Green Bay Packers, Aaron Rodgers.

Contribuição ao esporte
Em dezembro de 2017, Bia Figueiredo ressaltou ao Motorsport.com a importância de se aumentar o número de pilotos do sexo feminino, para assim, garantir também melhores resultados no futuro.

“A gente precisa crescer essa porcentagem [de mulheres no grid]. Eu sou a única mulher na Stock Car, logo, a minha chance de vencer é muito menor do que se tivessem 10 mulheres.”

“Então a gente precisa aumentar esse número no automobilismo para que o investimento também chegue, para que nas categorias mistas, elas possam conseguir competir de igual para igual”, disse Bia.

Mais do que os resultados que não vieram, principalmente na NASCAR em uma equipe de ponta como a Stewart-Haas, Danica Patrick sempre foi o exemplo correto utilizado como um caso de sucesso no automobilismo.

Muito disso pelo fato de transcender o esporte a motor e ser considerada um ícone como um todo e não somente no automobilismo.

A última demonstração foi a escolha da ESPN Americana, que terá a piloto como apresentadora do ESPYS, no dia 18 de julho, evento que premia os principais destaques dos esportes americanos e notadamente não dá grande importância ao automobilismo.

Será que Danica vai conseguir aumentar o interesse feminino no esporte após receber a bandeira quadriculada pela última vez no próximo domingo?

Danica Patrick durante Celebrity Race em 2002

Senado anuncia concurso para criação de aplicativo e dará prêmio de até 15 mil reais

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O Senado Federal anunciou recentemente que irá lançar um concurso chamado Desafio VisitApp, que consiste em grupos de desenvolvedores que devem criar aplicativo sobre a visitação do Congresso Nacional. O Desafio será oficialmente lançado durante a Campus Party Brasília 2018, e dará 15 mil reais para o primeiro lugar, um “super computador” não especificado para o segundo, e o terceiro colocado ganhará 5 mil reais.

Também durante a CPB 2018, o Senado e a Câmara dos Deputados promoverão palestras, workshops, hackathons e networking com os participantes, além do Parlathon 2018, que será um nos mesmos moldes de outros hackathons, e reunirá designers, inventores, desenvolvedores, programadores e empreendedores.

O objetivo será criar aplicativos e sites responsivos com o objetivo de permitir ao cidadão visualizar, compreender, acompanhar, mensurar e/ou projetar a tramitação de um ou mais projetos de lei. Os participantes deverão fazer uso de dados abertos oficiais providos pela Câmara e pelo Senado, e as incrições deverão se feitas por meio de um formulário, que pode ser encontrado aqui. A equipe vencedora do hackathon ganhará três tablet de modelo não especificado com 16 GB de memória interna.

A Campus Party Brasília 2018, como sempre, reunirá milhares de pessoas que gostam de tecnologia, empreendedorismo, ciência, inovação e o universo digital, e ocorrerá entre os dias 30 de maio a 3 de junho, no Estádio Mané Garrincha. Entre as atividades programadas, haverá um workshop no dia 31 de maio às 15:30 que promoverá a abertura do Parlathon, outros dois eventos no dia 1 de junho a partir das 11:30, e outros dois no dia 2 de junho a partir das 13:00.

Os dez carros mais baratos do Brasil

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Também dá para chamar de “menos caros”. Mas há uma boa notícia: nem todos são iguais ao velho e insípido 1.0 peladão
Comprar um carro zero km com menos de R$ 45 mil é um desafio, mas ainda é possível. Reunimos aqui as versões de entrada dos dez carros mais baratos do Brasil.
Vale um spoiler: nem todos são carros 1.0 peladões.

1° – Chery QQ Smile: R$ 27.490

Chery QQ Smile é o carro mais barato do Brasil
Chery QQ Smile é o carro mais barato do Brasil (Divulgação/Chery)

Apesar de aumento recente, a versão de entrada do Chery QQ ainda detém o posto de carro mais barato do Brasil.

Para isso, tem apenas o trivial: há vidros elétricos dianteiros, Isofix, calotas, rádio com USB e dois alto-falantes.

Isso, além de airbags, freios ABS, cintos de três pontos e apoios de cabeça, obrigatórios para homologar um carro.

Fabricado em Jacareí (SP), tem motor o 1.0 três-cilindros de 75 cavalos e 10,1 mkgf a 4.500 rpm, quando abastecido com álcool, e 74 cv e 9,7 mkgf com gasolina.

2° – Renault Kwid Life: R$ 32.490

Renault Kwid Life, que custa a partir de R$ 32.490
Renault Kwid Life, que custa a partir de R$ 32.490 (Divulgação/Renault)

Versão de entrada do Kwid já acumula R$ 2.500 de aumento: foi lançada há quase um ano por R$ 29.990.

De série, tem airbags frontais e laterais (quatro no total), Isofix, preparação para rádio, desembaçador do vidro traseiro, ajuste interno dos retrovisores, abertura interna do porta-malas, cintos dianteiros com ajuste de altura e encostos de cabeça laterais traseiros.

O motor é o 1.0 SCe de três cilindros (70 cv com etanol, 66 cv com gasolina) e torque de 9,8 kgfm/9,4 kgfm, na mesma ordem, a 4.250 rpm.

3° – Fiat Mobi Easy: R$ 34.690

Fiat Mobi Easy No Mobi Easy, até ar quente na ventilação é opcional
No Mobi Easy, até ar quente na ventilação é opcional (Divulgação/Fiat)

O Mobi básico mantém o motor 1.0 Fire, de quatro cilindros, com 75/73 cv, com etanol e gasolina.

O torque é de 9,9/9,5 mkgf a 3.850 giros.

Tem pouco além dos assentos, rodas, motor e câmbio. Tem rodas de aço aro 13″, brake light, banco traseiro bipartido, espelho no para-sol lados motorista e passageiro, e para-choques pintados.

E só há dois opcionais: desembaçador com ar quente, por R$ 550, e o kit Functional (travas e vidros elétricos, limpador e lavador do vidro traseiro e fiação para rádio) por R$ 1.997.

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Vitória! Catálogo da Netflix terá filmes vencedores do Festival de Cannes

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Ainda sem previsão de estreia na Netflix, os filmes “Girl”, do diretor francês Lukas Dhont, e “Happy as Lazzaro”, filme italiano de Alice Rohrwacher, ambos vencedores em Cannes, farão parte do catálogo da plataforma. Eles estarão disponíveis para o público das Américas Latina e do Norte.

O longa-metragem da Bélgica conta a história de Lara, uma menina trans de 15 anos, que sonha ser bailarina. Ele recebeu o Caméra d’Or, destinado a diretores estreantes, e o Queer Palm, prêmio LGBT independente para filmes relevantes inscritos no festival.

Já “Happy as Lazzaro” conta a história do encontro entre o camponês Lazzaro, considerado ingênuo por sua bondade excessiva, e Tancredi, um jovem nobre amaldiçoado por sua imaginação. O filme levou o prêmio de Melhor Roteiro.

A opção por adquirir direitos de vencedores de Cannes em vez de participar do festival com suas produções originais é uma forma de lidar com a imposição colocada pelas novas regras. A organização teria exigido que a Netflix lançasse seus filmes nos cinemas franceses para se qualificar, mas isso impediria a plataforma de transmitir essas obras no país por 3 anos.

Ted Sarandos, produtor executivo da plataforma, declarou que é mais interessante exibir seus filmes online, para os milhões de assinantes franceses, do que para um júri restrito.

O posicionamento da Netflix em relação às regras do festival sugere que Cannes talvez esteja naquele lugar indesejado da história, quando elementos já estabelecidos começam a ser inundados por inovação, sinalizando o fim de uma era e o início de um novo tempo.